Em mais um episódio da série “Lulices em Fúria”, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva soltou o verbo e mandou um recado daqueles à Petrobras: “Se essa gasolina não baixar, o governo vai parecer um bando de imbecil. E eu não vou pagar esse mico!”.

A frase, que mistura revolta, populismo e um leve toque de stand-up involuntário, causou um terremoto político que fez até o barril de petróleo tremer no Golfo Pérsico.
Lula, visivelmente irritado por ter pago R$ 6,10 no litro de gasolina do Palácio da Alvorada, propôs soluções ousadas: transformar a Petrobras em uma rede de postos populares chamada “Posto 13”, onde o litro seria tabelado a R$ 3,13 em homenagem ao PT.
Segundo fontes do Planalto, o presidente também sugeriu trocar o presidente da estatal por um frentista aposentado de São Bernardo do Campo — “alguém que entenda de bomba de verdade”, teria dito.
Enquanto isso, economistas arrancaram os cabelos e acionistas da Petrobras fizeram fila na farmácia comprando maracugina. Mas nem isso impediu que o ministro da Fazenda entrasse no clima:
“O mercado é nervoso. Mas o povo tá mais nervoso ainda, e o povo é quem abastece”, filosofou, enquanto abastecia seu carro elétrico.
A gasolina virou vilã nacional. Alguns já a comparam ao arroz, ao tomate e ao VAR. Para completar o caos, o deputado Tonhão do Diesel (PL-MA) sugeriu que a Petrobras seja renomeada para “PetroSurpresa”, porque ninguém sabe quando nem quanto vai pagar.
Entre memes, áudios de WhatsApp e dancinhas no TikTok com a música “Cadê meu desconto, Petrobras?”, o Brasil segue em marcha lenta, tentando entender se o presidente está certo, surtado ou só com saudade dos tempos em que um litro de gasolina era mais barato que uma garrafinha d’água no aeroporto.
